Assistido no cinema.

Depois de ter se inventado em 2009, a franquia Star Trek ganhou minha atenção. O novo universo ao mesmo tempo que dá um frescor à franquia, respeita os velhos fãs. Quatro anos depois temos a continuação, Além da Escuridão. E lá fui eu no final de semana conferir, junto de amigos e uma sala lotada.
Um terrorista bota em perigo toda a frota estelar, cabe ao Capitão Kirk e sua tripulação na Enterprise ir até um planeta dos klingon capturá-lo. Porém, nem todos acham que isso é uma boa ideia.
A premissa desse novo filme é simples, mas é bem desenvolvida. Sua história é recheada de clichês, mas consegue fazer um bom trabalho de prender nossa atenção. Você vai ver muitas situações sendo resolvidas com uma solução de ultimo segundo e por aí vai, mas vai gostar de cada uma delas pois o elenco e a direção de J.J. Abrams sustenta um roteiro simples, mas eficaz.
O grande vilão clássico da franquia original, Khan, retorna em uma versão igualmente ameaçadora, mas menos ESCALAFOBÉTICA (rs). Seu poder é claramente percebido por quem assiste e o perigo que a tripulação da Enterprise corre não parece em momento nenhum forçado. Mas não espere grandes revelações ou surpresas. Tudo é muito feijão com arroz, o que não deixe de ser “delicioso”.
É engraçado eu ficar teimando nessa tecla, mas é a mais pura verdade. Star Trek: Além da Escuridão faz bonito sem inovar. Segue o padrão do filme anterior, dando muito mais valor à ação do que à exploração espacial e/ou a parte sci-fi da coisa toda. Ainda assim, o longa busca a todo momento dizer para os fãs de longa data que ele os considera e os respeita. Eles querem deixar claro que aquilo é uma dimensão diferente, onde o foco será bem mais a ação do que qualquer outra coisa.
Bem no final do filme, no entanto, as coisas tendem a rumar para uma volta à exploração espacial, mas agora sem J.J. Abrams na direção (está indo dirigir Star Wars VII) tudo é possível. O que nos resta é esperar… de repente mais quatro anos.
Eu me diverti pra caramba e o filme é competente. O roteiro é simples, mas funciona e prende a atenção. O ritmo é mantido na medida certa e os atores estão muito bem em seus papeis. De ruim mesmo só o ator do Kirk que eu não consigo suportar.
Para constar, Zachary Quinto continua excelente como Spock.
Trailer: aqui
Veredito:
Vale a pena ver no cinema? 
Vale a pena ver em casa? 
Nota:

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Assistido no cinema.
Ontem foi dia dos namorados e decidimos ir ao cinema assistir ao mais novo filme de Leonardo DiCaprio, O Grande Gatsby. Eu pouco sabia sobre o filme. Apenas um trailer que vi há muito tempo atrás. Porém minha namorada queria assistir e era um filme que prometia por sua sinopse e visual. Então assistimos em uma sessão quase vazia no Cinema Leblon a tarde.
Nick Carraway chega à Nova York dos Anos 20 com um sonho comum a muitos jovens da época, trabalhar com ações em Wall Street. O jovem se surpreende quando recebe um convite exclusivo para uma festa na mansão de seu vizinho, o milionário Jay Gatsby. Um homem cujo passado poucos sabiam, mas vivia no meio de muito glamour e luxuosas festas. Nick e Gatsby se tornam amigos e este acaba revelando seu verdadeiro intuito: tentar reencontrar Daisy, seu antigo amor, prima de Nick.
Para muitos o fato deste filme ter um romance como motivação provavelmente era conhecido, mas não para mim. Como eu disse, pouco conhecia sobre ele antes de assistir. Me surpreendi e achei interessante.
Afinal, não é todo dia que vemos um filme de romance tão bem feito. É um filme muito bonito. Todos os personagens estão com figurinos impecáveis e toda a ambientação é de encher os olhos. Até o 3D acaba casando bem com tudo (apesar de ser, novamente, desprezável).
Curiosamente, o filme parecia demais com Moulin Rouge… DEMAIS! Não tardou e descobri que o diretor é o mesmo e tudo fez mais sentido.
Infelizmente isso vem para o bem e para o mal. Apesar deu ter achado interessantíssima a trilha sonora anacrônica (com músicas de Beyoncé, Amy Winehouse, dentre outros), achei que as cenas estavam ficando corridas demais. Sim, eu entendo que o intuito era fazer o espectador ter uma certa “experiência estética”, mas ficou exagerado. Afinal, não dá tempo para nós contemplarmos toda a dedicação na criação dos cenários e figurinos.
Mas vá lá, os atores sustentam o filme. Todos estão muito bem. Até o “sempre com cara de paspalho” Tobey McGuire ficou bem como Nick. Claro que o destaque vai para DiCaprio no papel de Gatsby, encarnando o verdadeiro playboy, uma linha bem diferente do padrão de personagens que vinha recebendo ultimamente.
O Grande Gatsby é um bom filme, com uma boa história, mas podia ter sido melhor executado. Ficou parecido demais com Moulin Rouge e menos com o que eu acredito que deveria ser. Pelo menos me deixou com vontade de ler o livro. Há muito buscava uma “desculpa” para ler uma obra de Scott Fitzgerald.
O trailer: aqui
Veredito:
Vale a pena assistir no cinema:
(mas não gaste tempo com o 3D)
Vale a pena assistir em casa: 
Nota:

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Assistido no cinema.
O plano era assistir a O Grande Gatsby, mas graças à frenesi do público de final de semana, as salas ficaram lotadas antes que pudéssemos demonstrar interesse. A segunda opção era, então, o novo filme do Will Smith, Depois da Terra, em que ele mais uma vez contracena com seu filho, Jaden Smith. E lá fomo nós…
A humanidade decidiu abandonar a Terra e viver no espaço. Eles descobriram que não estavam sozinhos em sua nova colônia e tiveram que criar uma guarda de elite para protegê-los. Uma guarda que não demonstrasse medo, os rangers. Eles são os responsáveis por enfrentar as ursas, criaturas cegas que se guiam pelos feromônios liberados quando os seres humanos sentem medo. Will Smith faz um oficial de alto-escalão, uma lenda, considerada um fantasma por não expressar um sinal sequer de medo perto das ursas. Seu filho quer ser um ranger, mas falha nos testes. Em uma tentativa de estreitar os laços entre pai e filho, ambos são surpreendidos por uma situação adversa. Sua nave sofre problemas e eles acabam caindo em um planeta há muito inabitado e perigoso. Lá eles precisam sobreviver. As esperanças estão no jovem rapaz. Esse planeta, é a Terra.
Sinopse grande, não? Mas é bem por
aí que a coisa começa a se desencadear. É um filme de ficção científica e a história me pareceu interessante o suficiente para ultrapassar minha birra com Jaden e sua atuação. Sim, ele me surpreendeu em Karate Kid (2010), mas mesmo assim eu ainda o acho cru demais para estar com tanto destaque.
No entanto, ao terminar de ver Depois da Terra percebi que o desconforto de Jaden casou perfeitamente com a jornada de seu personagem, dando a tudo aquilo uma verossimilhança bem palpável. A grande divergência entre sua atuação e a de seu pai, que está sensacional no papel, cria todo o clima para aquela situação.
E é legal ver que conforme o filme vai avançando, Jaden tem seus lapsos de boa atuação e é como um crescimento do personagem e do ator ao mesmo tempo. Um sentimento interessante de se ter assistindo ao filme.
Quanto ao roteiro, achei ele bem conduzido. Foi bem amarrado e o ritmo mantido do começo ao fim foi coerente.
O começo foi aquela apresentação ao universo em que os personagens estão inseridos. Passamos para o gatilho que faz o filme andar e temos na jornada de Kitai, personagem de Jaden, uma boa condução com suas doses de problemas e vitórias. Nada parece forçado ao extremo, o que é bem bom.
Do diretor, M. Night Shyamalan, pouco se reconhece. Ele, que era famoso por seus plot-twists, acaba por criar agora um cinema mais filosófico, se assim podemos dizer. Mas isso é assunto para outro post.
É engraçado ver como há certa ideia desse filme ter sido influenciado pela cientologia, mas na boa, quem conhece ficção científica ou até mesmo outros gêneros temáticos sabe que “superação do medo” e “filho buscar o pai” são coisas que estão aí há muito mais tempo que a própria cientologia.
Gostei, gostei mesmo do que vi. Me diverti e gostei daquele universo. De negativo, só o Jaden mesmo, que ainda me incomoda. Mas ainda acredito que o menino vá melhorar.
Trailer: aqui
Veredito:
Vale a pena assistir no cinema? 
Vale a pena assistir em casa? 
Nota:

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Assistido no cinema.
O segundo filme da minha empreitada no tempo de folga foi O Lado Bom da Vida. Estava querendo ver esse filme há tempos e quando vi que ainda estava passando no cinema, mesmo tanto tempo depois da estreia, não podia perder a chance.
Pat e Tiffany são duas pessoas com problemas psiquiátricos em tratamento. Ele é bipolar e quase matou um homem com quem sua esposa o traia; ela não consegue superar a morte de seu marido e tenta saciar isso com impulsos ninfomaníacos. Os dois se conhecem graças a amigos em comum, Pat tenta usá-la para ir atrás de sua mulher, Nikki, mas ela vê que Pat não é como os outros caras que abusam de sua situação psicológica e acaba se apaixonando por ele.
Sim, O Lado Bom da Vida é o que podemos chamar de uma “comédia romântica”, mas apesar do seu status, foge do padrão trazendo uma temática bem dramática e um universo caótico em que seus personagens acabam encontrando o amor.
O grande destaque desse filme fica a cargo dos atores. Eles interpretam seus personagens com maestria sendo que Jennifer Lawrence se sobressai como Tiffany. Estou realmente gostando dos trabalhos dessa garota. Mereceu o Oscar que levou pelo papel. Dá pra ver que ela evoluiu bastante desde seu papel em Jogos Vorazes, onde ela já se destacava. O elenco de apoio também está impecável. Robert de Niro e Chris Tucker em especial!
Me senti muito bem depois desse filme. Não é uma daquelas comédias românticas que parecem feitas para pessoas no fundo do poço, muito pelo contrário. O diretor David O. Russell nos traz uma história belíssima, engraçada, dramática… tudo na medida certa. Fiquem de olho nos trabalhos dele, que incluem, por exemplo, O Vencedor e Três Reis.
Se você ainda não viu esse filme, corra para alguma sala do cinema que ainda esteja passando na sua cidade ou dê outro jeito para assistir. O Lado Bom da Vida merece.
Trailer: aqui
Veredito:
Vale a pena assistir no cinema? 
Vale a pena assistir em qualquer outro lugar? 
Nota:

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Assistido no cinema
Aproveitando as duas semanas de folga, resolvi ir ao cinema durante a semana, algo que sempre gostei de fazer. Dois filmes foram assistidos. O primeiro deles, OZ - Mágico Poderoso.
Oz é um ilusionista charlatão de um circo itinerante. Em uma fuga de balão, acaba pego por um furacão, que o transporta para o mundo de… Oz. Uma terra dividida que aguardava a chegada de seu poderoso mágico salvador. E, ao que parece, ele acabou de chegar num balão, mas poderes ele não tem nenhum.
A coisa que eu achei mais legal em Oz - Mágico Poderoso foi como eles colocaram um charlatão como herói que vence suas batalhas com seus truques e artimanhas. Claro, tudo de maneira lúdica e inocente, mas ainda assim, é isso, sem tirar nem por.
Outra coisa que me chamou a atenção foi o cenário. Pode parecer um mero artifício da Disney para impressionar seus espectadores, mas eu achei extremamente válida. Tem uma pegada meio “Alice no País das Maravilhas” do Tim Burton e os personagens parecem em alguns momentos mal inseridos no cenário digital, mas, para mim, o motivo de tudo isso fica bem claro.
Não posso garantir que foi intenção do diretor (até porque nem vi muito do estilo de Sam Raimi no filme), mas me pareceu que é como se fosse um filme antigo rodado usando a tecnologia de hoje. Tanto a atuação dos personagens, quanto esse probleminha de alocação deles no cenário digital e toda a teatralidade parecem propositais para esse fim. Destaque para o visual da belíssima Cidade Esmeralda.
Sem contar que o filme é sim bem agradável de se ver, passa uma mensagem legal e tem algumas pequenas surpresas no decorrer da trama fazem com que o espectador que conhece o final da história também se surpreenda.
O filme serve bem como um prelúdio para o filme de 1932 (que eu recomendo fortemente). Não esperem uma grande obra prima, mas o filme entretém enquanto se amarra bem com o seu predecessor. Para mim foi o suficiente.
Trailer: aqui
Veredito:
Vale a pena assistir? 
Nota:

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Assistido em casa.
Hoje, primeiro dia das breves férias que terei na faculdade, fui abordado com a sugestão da minha namorada para assistirmos Argo, filme este que deixamos de assistir quando estava em cartaz no cinema. Topei na hora e lá fomos nós conferir se o filme mereceu ou não o prêmio máximo do Oscar.
Baseado em fatos reais. No Irã dos anos 80, quando o ex-Ayatollha Khomeini estava sob asilo nos EUA, o povo queria a extradição do ex-líder tirano para seu país. Em um dos protestos, invadiram a embaixada britânica e fizeram todos ali de reféns… mas seis conseguiram fugir. Refugiados na casa do cônsul canadense, eles tem que aceitar um plano um tanto incomum da CIA para conseguirem voltar para os EUA: se passarem por uma equipe de produção de Hollywood.
Apesar de tal sinopse poder ser usada para um filme de comédia, Argo é um filme sério. Mas não entenda sério como carga dramática exagerada. A grande vitória de Argo, na minha humilde opinião, é conseguir deixar o espectador tenso, mas de forma leve e direta.
O filme tem duas horas de duração que passam voando. Não há muita enrolação. Claro que esse ritmo tem justificativa dividade entre a competência de Ben Affleck por trás das câmeras (por mim ele deveria parar de atuar de vez e se dedicar só à direção) e do elenco de atores que convencem e muito em seus papéis.
Detalhe extra vai para toda a ambientação do filme. Além da produção estar impecável, vê-se um precioso trabalho de pós produção para dar um ar de filme antigo, mas sem parecer falso. A execução é impecável.
Sim, claro que Argo mereceu o Oscar que ganhou. E sim, claro que é um filme pró Estados Unidos. Entretanto, isso nunca foi motivo para me deixar de assistir um excelente filme como esse. Se ainda não assistiram, deem um jeito e assistam.
Trailer: aqui
Veredito:
Vale a pena assistir? 
Mereceu o Oscar que levou? 
Nota:

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Assistido no cinema.
Tarantino fazendo um western? É OBRIGAÇÃO MORAL MINHA IR ASSISTIR. E fui!
Com a ajuda de um caçador de recompensas alemão, Django, um ex-escravo agora alforriado, parte para salvar sua esposa, que está sob posse de um poderoso fazendeiro do Mississippi.
Com esse plot simples, seguindo os westerns clássicos, Tarantino nos apresenta 165 minutos de muito tiro, sangue, drama e comédia. Sua incrível habilidade em misturar gêneros faz com que Django seja um de seus melhores trabalhos como diretor.
Para começar, a ambientação, no sul dos EUA no período pré-Guerra Civil está muito bem feito. O espectador vê de forma crua a crueldade dos senhores de escravos e como os negros, apesar de abundantes, eram tratados como porcos ou pior que isso. Todo esse cenário torna quase que impossível o espectador não se identificar com Django e sua busca por sua amada, o que nos faz torcer e vibrar para que tudo dê certo no final.
Se a habilidade de Tarantino para contar uma história já não fosse inegável, dessa vez ele conseguiu levá-la a outro nível com a ajuda de uma trilha sonora impecável. É engraçado como nunca havíamos pensado que casaria tão bem colocar pra tocar 2pac no Velho Oeste.
Mas não vamos desmerecer quem mais colaborou para esse filme: seus atores. TODOS estão impecáveis em seus papeis. Jamie Foxx, Leonardo diCaprio, Samuel L Jackson e, claro, o magnífico Christoph Waltz… que elenco.
Torço muito para que esse filme leve algum Oscar, pelo menos o de ator-coadjuvante para Christoph Waltz e o de roteiro original. Sei que o filme é de 2012, mas só veio para o Brasil em 2013, então posso dizer que o ano começou MUITO BEM para o cinema. Tarantino pode querer se aposentar, mas eu não quero que isso aconteça.
Trailer: aqui
Veredito:
Vale a pena assistir no cinema? 
Vale a pena assistir em casa? 
Vale a pena comprar o DVD/Blu-ray assim que sair? 
Nota:

Arquivada em Django Livre Django Unchained Filme Quentin Tarantino
Assistido no cinema.
Um filme cheio de personagens de video-games clássicos pelas mãos da Disney? Tem que ser bom, né? Por isso, fui lá e conferi Detona Ralph na estreia!
Ralph é o vilão do jogo “Conserta Felix Jr.”, mas ele está cansado disso. Trinta anos fazendo a mesma coisa e as pessoas nunca reconhecem seu mérito. É aí que ele decide abandonar seu jogo e ir em busca de uma medalha, para se tornar um herói e conquistar reconhecimento. Só que alguém não quebra a programação sem consequências, principalmente quando você tem “detona” atrelado ao seu nome.
Antes de começarmos, é válido relembrar que Detona Ralph é um filme da Disney voltado para crianças, então não espere roteiros mega-elaborados e uma narrativa épica e bla bla bal. É um filme para você ir e curtir com toda a família num momento de lazer.
Mas assim como agrada a molecada, o filme faz vários marmanjos voltarem à infância relembrando vários jogos como Pac-man, Street Fighter, Sonic, Mario Bros, Frogger, dentre tantos outros!
Todos eles envoltos em um “universo” belissimamente criado. Em questões técnicas a Disney está mais uma vez de parabéns. O filme é lindo! Achei muito boa a maneira como cada jogo foi tratado, respeitando seus “gráficos” e estilos.
A história em si é bem padrão, sem muitas surpresas: fulano que decide mudar de vida pois achava que seu passado era uma bosta, embarca numa jornada que irá ensiná-lo a ter orgulho do que ele é. Quantos filmes vocês já viram com essa temática? Muitos, sem dúvida. Mas aí é que entra a capacidade dos escritores e do diretor em conduzir tal história padrão de modo a ainda continuar brincando com as emoções e a atenção do espectador.
Um filme bem feito, simples, divertido e que dá pra curtir com toda a família numa tarde de domingo. Nada incrível como os clássicos da Pixar, mas ainda assim altamente recomendável.
P.S.: Se puderem ver legendado, vejam. A dublagem, apesar de não ser de todo ruim, é carregada com um sotaque paulista que pode irritar aqueles que não estão acostumados.
Traile: aqui
Veredito:
Vale a pena assistir no cinema? 
Vale a pena assistir em casa? 
Nota:

Arquivada em Wreck-it Ralph Detona Ralph Disney Filme Movie Animação
Assistido em casa.
Eu estava esperando para esse filme sair por aqui no Brasil, mas o desinteresse das distribuidoras por aqui e a oportunidade de assisti-lo em alta qualidade no conforto da minha casa me fizeram ceder e assistir assim mesmo.
Período Bakumatsu, a guerra entre o Shogunato de Tokugawa e os revolucionários a favor do imperador Meiji. Nessa época, Kenshin Himura lutava ao lado dos revolucionários. A ele foi dado o título de Battousai, O Retalhador, por sua incrível habilidade com a espada. Ao final da guerra e a instauração da Era Meiji, Kenshin decidiu parar de matar e viver sua vida como um andarilho, desgastado por uma adolescência desperdiçada na guerra. Dez anos depois, agora num Japão crescendo rapidamente rumo à modernidade e muito mais pacífico, Kenshin encontra com Kaoru Kamiya, cujo dojo estava sendo hostilizado após um assassino, que se denominava o Battousai, decidiu dizer que tinha sido treinado lá. Ao mesmo tempo, Kanryuu Takeda, chefe de uma organização criminosa, tem planos para criar um novo império baseado na venda de ópio. Kenshin irá se ver no meio disso tudo, enquanto ainda é assombrado pelos fantasmas de seu passado.
Rurouni Kenshin, ou Samurai X como ficou conhecido aqui no Brasil, começou como uma história em quadrinhos japonesa e foi logo adaptada para animação, fazendo sucesso no mundo todo. O filme veio no período de comemoração de 15 anos desde a estreia dos quadrinhos e pegou a todos de surpresa por causa de suas críticas positivas. E de fato, o filme é sensacional.
É dividido em duas partes clara: primeiro ele introduz de maneira muito eficaz cada um dos personagens. Todos são bem apresentados e construídos para o espectador. Em seguida, é o momento da ação propriamente dita, onde Kenshin e seus novos companheiros vão tentar solucionar os problemas que apareceram. Essa divisão é clara, mas em momento nenhum é forçada. Dá pra ver que os produtores optaram por isso para que este filme servisse como o início de uma franquia nos cinemas, e eu espero muito que isso aconteça.
O grande destaque fica para as cenas de ação. MUITO bem coreografadas e executadas. Dá pra ver claramente o que acontece e acompanhar os movimentos de Kenshin e curtir suas habilidades. TODAS as cenas de ação, sem exceção, são boas. Crédito deve ser dado também à trilha sonora que embala essas e outras cenas. Primorosa!
Minha única ressalva fica quanto a um dos subplots, o do falso Battousai, que acabou não se desenvolvendo tão bem quanto os outros. Nada que comprometa o filme, mas, dentro de um roteiro tão caprichado e bem executado, me deixa impedido de dar nota máxima para ele.
Rurouni Kenshin, de fato, é um filme incrível e tem porte para virar uma série de filmes e conquistar o mundo. Dá pra ver o interesse dos produtores em atingir o mercado internacional. Basta as empresas ocidentais perceberem isso.
Uma crítica mais detalhada poderá ser conferida em breve no meu blog, Anikenkai.
Trailer: aqui
Veredito:
Vale a pena ver no cinema (se sair um dia)? 
Vale a pena ver em casa? 
Nota:

Arquivada em Rurouni Kenshin Samurai X Kenshin Himura Battousai Japão Filme Japonês
Assistido no cinema.
Tem maneira de retomar as atividades aqui do DidCart Viu se não com esse filme tão esperado por mim e por milhões de outros fãs ao redor do mundo. Depois de anos e anos, a primeira parte de O Hobbit chega aos cinemas, assisti assim que pude…
Em Senhor dos Anéis, Bilbo deu ao seu sobrinho Frodo o anel do poder e o jogou numa aventura épica pela Terra Média. Porém, 60 anos antes, era Bilbo que tinha se metido numa jornada. Uma jornada inesperada. Tudo começou quando Gandalf chegou a sua porta e seguindo ele, um grupo de 12 anões. Seu objetivo? Ir até a Montanha Solitária e destruir o dragão Smaug. Desse modo, poderiam recuperar suas terras há muito perdidas e ainda usufruírem do tesouro do dragão.
A princípio, algumas pessoas podem se assustar com a duração do filme, 170 minutos, mas não fiquem. Eu e vários dos que estavam comigo no cinema concordaram, o tempo passou sem nem sentirmos.
É notável que o diretor Peter Jackson tentou engrandecer um pouco a história, que, no original, é um tanto simples e infantil. Porém, mais uma vez, não se preocupem com isso, pois o resultado foi excelente. Ao mesmo tempo que Jackson deixou O Hobbit mais épico do que ele foi planejado pra ser, ele ainda manteve elementos que o diferenciam de Senhor dos Anéis, tais quais o humor e o ser caricato dos anões.
Porém, destaca-se ainda mais o trabalho que ele teve de unir essa nova trilogia (sim, serão três filmes, para quem ainda não sabe) à trilogia de Senhor dos Anéis. São vários detalhes. Desde a introdução com a aparição de Frodo reencenando os primeiros momentos dos filmes prévios até a reunião de Gandalf, Gladriel e… bem, melhor eu parar por aqui. O fato é que todos os acréscimos que Jackson fez ao filme foram muito bem conduzidos e dão confiança para o terceiro filme, que promete ter bastante “conteúdo original”.
No geral, O Hobbit me agradou muito, mas muito mesmo! Deixa aquele gostinho de quero mais ao final do filme que me lembrou da época em que Senhor dos Anéis estava saindo nos cinemas. Que venham os próximos dois em 2013 e 2014! Estarei esperando! A Terra Média está de volta!
Trailer: aqui
Vale a pena ver no cinema? 
Vale a pena ver DA MANEIRA QUE FOR? 
Nota:

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